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Demissão pode ser mais prejudicial que o fim de um relacionamento, aponta estudo

Perder o emprego pode ser mais doloroso do que o fim de um relacionamento. Uma pesquisa britânica, realizada pela Universidade de East Anglia e pelo What Works Center for Wellbeing (órgão independente montado pelo governo do Reino Unido), mostra que a perda de um emprego pode ter um efeito maior na queda de satisfação de uma pessoa do que a perda do companheiro.

De acordo com o estudo, pessoas que perdem seu emprego, e não conseguem uma nova oportunidade, vão ficando cada vez mais infelizes à medida que passam os anos. A esperança é de encontrar um trabalho melhor que o anterior, com uma remuneração maior e mais prestígio. Neste momento, a ajuda de amigos e familiares é crucial para o profissional conseguir se reerguer e encontrar um novo caminho.

A pesquisa é apenas um demonstrativo de como o trabalho exerce um papel fundamental na vida das pessoas. Muitas equiparam o seu valor perante a sociedade com o valor do seu salário ou o prestígio da sua profissão. Acabam confundido seu calor como indivíduo com a importância da sua profissão. Mas é preciso saber separar as coisas.

O trabalho é, certamente, uma parte importante de nossas vidas. É preciso se esforçar para fazer o melhor trabalho possível, estar em constante aprendizagem e, com isso, sentir orgulho do que faz. Mas o trabalho não pode ser visto como a única parte importante da vida. Ter equilíbrio entre vida profissional e vida social é imprescindível. O equilíbrio traz momentos de trabalho e de lazer, melhorando nosso humor e produtividade. Com isso, temos saúde e ficamos mais preparados para reagir nos momentos adversos, como em uma demissão.

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