Big Data e Business Intelligence, as ferramentas do futuro

Business Intelligence e Big Data: as ferramentas do futuro

A tecnologia está integrada na vida e no cotidiano de praticamente todas as pessoas. Milhares de dados são gerados por segundo por cada pessoa conectada. No mundo dos negócios, isso se potencializa quando se pensa em questões como público-alvo e gestão em busca da lucratividade da empresa.

Saber como analisar e, acima de tudo, como tirar proveito de tantos dados não é mais uma habilidade extra, e sim algo fundamental para se competir no mercado. É nesse ponto que dois conceitos entram na questão: o Big Data e o Business Intelligence.

O primeiro diz respeito a um gigantesco volume de dados, muitas vezes sem nenhuma estruturação, que são gerados e recolhidos. Redes Sociais, hábitos de consumo, hábitos de pesquisa e interesse geral do público-alvo na internet são exemplos de dados gerados a todo instante e que podem resultar num Big Data.

Já o termo Business Intelligence remete à sistemas capazes de coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar dados e assim, gerar informações relevantes para a empresa. É graças ao trabalho de softwares e profissionais da área de BI que são gerados insights para decisões estratégicas, que visam maximizar os resultados perante a concorrência e junto ao público-alvo.

É importante ressaltar que os dois conceitos nem sempre estão ligados um ao outro. Isso porque Big Datas possuem volumes tão imensos de dados que pode ser necessária a intervenção de mainframes dedicados para a análise. Por outro lado, um profissional de BI pode trabalhar somente com dados já obtidos pela empresa no passado ou com uma fonte única (como redes sociais, por exemplo).

O ponto chave de toda a questão é entender que as duas ferramentas são cada vez mais necessárias para o planejamento estratégico da companhia. Ambas são consequências diretas do “mundo conectado” em que vivemos e dificilmente passarão a ter menos importância no futuro, já que a tendência é exatamente o contrário. Entendê-las pode ser a chave para manter a própria relevância no mercado.

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